JESUS, O NOME DA GRAÇA

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“…onde estão aqueles teus acusadores?” (Jo 8.10)

    A passagem de João 8.1-11 é normalmente conhecida pela figura da mulher adúltera, e isso é natural do ser humano. Nossos olhos parecem estar treinados, programados para verem o pecado e logo proferirmos o nosso julgamento.

    Porém, o pecado dela e sua consequente acusação expressa uma lei que está incutida na humanidade – que é o senso de justiça. Todo ser humano, com suas faculdades mentais em perfeito estado, tem um mínimo desse senso, e isso foi “colocado no nosso DNA” pelo nosso Criador, que é um Deus justo.

    Foi por causa desse senso de justiça que, aqueles que estavam com pedras nas mãos se retiraram após Jesus dizer: “Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra” (Jo 8.7). Jesus foi aquele que não teve pecado, e por isso poderia julgar, mas escolheu perdoar.

    A graça alcançou aquela mulher, assim como a nós. Os pecados dela e os nossos já não podem nos condenar, pois Jesus assumiu a culpa por nós. Isaías disse que “…ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele” (Is 53.5). A justiça foi satisfeita em Jesus.

    “Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus” (2Co 5.21). Isso é graça!

    A história da “mulher adúltera” pode ter um outro nome: a mulher alcançada pela graça; assim também como a sua e a minha história. Nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. “Nem eu tampouco te condeno; vai e não peques mais” (Jo 8.11).

Pr. Guilherme

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